Fica para a próxima, Robinho...



Por que é amistoso pode dar pancada?

Sinceramente, fica até ruim de descrever e escrever.

Que Hernanes peça desculpas a Benzema pelo golpe digno de Anderson Silva proferido contra o peito do francês.


E, tenho certeza, ele o fará . Além de articulado, o destaque da Lazio nessa temporada nunca foi de perder a cabeça desse jeito.

Tanto que até Mano Menezes estranhou, vide o olhar envergonhado para o banco adversário após o lance.

E calma lá,  país sedento por crucificar atletas. Por mais que alguns "revoltados" tenham lembrado, via Twitter, do tratamento dispensado a Felipe Melo na Copa da África do Sul, não há o mínimo ponto de comparação. No futebol, os antecedentes "criminais" também contam. Ou, pelo menos, deveriam.

E o destempero de Hernanes não foi o único assunto a bombar no microblog da moda, durante o primeiro-tempo de França X Brasil. E ficou provado, definitivamente. A Nike boicota o futebol pentacampeão do mundo. Porque não é possível que uma mesma empresa produza uma camisa tão horrenda, a brasileira, e outra tão linda, a dos donos da casa. Viram só, meninos? Basta seguir o tradicional, sem inventar faixas ou coisas do gênero.

Mas, fiquem calmos. Nem só de artes-marciais e moda viveram os 45 minutos iniciais de partida. Houve, ainda bem, bola rolando. E rolando melhor nos pés Canarinhos. Mais encorpado, o Brasil logo tomou conta das ações. Com a marcação adiantada, sufocou a saída de jogo francesa. E, graças à qualidade de seu meio-campo, criou poucas, mas boas oportunidades, quando de posse da pelota. Àquela altura, a França houvera ameaçado apenas uma vez, em bela trama entre Gorcuff e Benzema, o que transmitia a falsa sensação de segurança em nossa retaguarda.

Sensação essa que foi quebrada rápido, aos 10 minutos da etapa complementar, em bela jogada individual de Ménez, que rolou com carinho para Benzema empurrar para o gol, sem chances para Júlio César. França 1 a 0, e o sentimento de que a "revanche" prometida por Robinho teria de esperar a próxima oportunidade.

Há de se ter muito, muito cuidado ao se analisar a segunda derrota de Mano Menezes frente à Seleção. Sim, o segundo-tempo do jogo foi um passeio azul. Mas quem for sensato, claro, levará em consideração a desvantagem numérica, que perante um rival de boa qualidade pesa ainda mais. E por falar em adversário, vale um lembrete aos corneteiros. É muito melhor sofrer duas derrotas seguidas diante de França e Argentina, enxergando a realidade, do que ficar opilado por goleadas sobre as Tanzânias da vida.

O mesmo ópio que não pode também nos fazer achar que nada precisa ser mudado nessa jovem equipe. Renato Augusto não aproveitou sua chance. Com a grande concorrência na posição, talvez não tenha outra. André Santos, tímido demais, não tardará a perder a vaga para Marcelo. Robinho, o intocável, de novo, nada produziu. Assim como seu companheiro Alexandre Pato. E não adianta gritar por Lúcio e Juan na zaga. O trabalho é para daqui a 3 anos. Só tomara que Mano sempre lembre disso. Porque depois da segunda derrota, parceiro, terá gente lembrando até de Ronaldinho Gaúcho. Quer apostar?

Abraço!


1 comentários:

  1. O golpe do Hernanes e a atuação do Robinho foram tão patéticos como a própria seleção do Mano. Horrível!!!

    No Fut-Race Europa, Ricardo Fernandes relembra a carreira do grande zagueiro Mozer.
    Acesse, relembre e comente: www.fut-race.blogspot.com ou www.fut-race.tk Luciano Campos.

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