São Paulo perde e mantém a escrita


O Once Caldas venceu novamente o São Paulo em casa, como fizera há seis anos, e assumiu a liderança isolada do grupo. Aliás o São Paulo manteve a escrita de não se dar em jogos realizados na Colômbia.

No primeiro tempo até que o São Paulo surpreendeu, dominou o meio de campo e esteve melhor que o adversário.

Aos 32 minutos o São Paulo abriu o placar com Rogério Ceni, que aproveitou uma falta na entrada da área para bater no meio da barreira, que abriu, a bola desviou no zagueiro e morreu no fundo do gol. Resultado justo até aquele momento.

No segundo tempo a história foi outra, logo no começo Marcelinho Paraíba foi devolver uma bola com o peito para Jorge Wagner e deu de presente para o adversário, que cruzou na área, Uribe ganhou de cabeça de Xandão e empatou a partida.

Falha grotesca e imperdoável de Marcelinho Paraíba, Xandão não teve culpa, mesmo porque o atacante colombiano se apoiou nele para fazer o gol, o árbitro não viu...

Aí os donos da casa se animaram e partiram com tudo para cima do tricolor. Logo em seguida meteram uma bola no travessão de Rogério Ceni.

O jogo estava aberto, ambas as equipes buscaram a vitória e Washington perdeu um gol na cara do goleiro adversário, imperdoável também!

Como no futebol tem a velha máxima de que quem não faz leva, Jorge Wagner perdeu a bola no campo de ataque e Moreno partiu com ela dominada, passou por Jean, deu uma caneta em Miranda e saiu na cara do gol para fazer o segundo do Once Caldas.

Milton Cruz mudou o time, mas mexeu mal, tirou Marcelinho Paraíba, que estava mal mas era atacante, e colocou Rodrigo Souto. Para fechar o meio??? Não deu para entender!

O Once Caldas se fechou e o São Paulo não teve forças para buscar o empate.

Rogério Ceni com o gol marcado se transformou no maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores, mas mesmo assim o tricolor pela primeira vez conheceu uma derrota em partidas que o goleiro fez ao menos um gol.

O São Paulo caiu e precisa melhorar muito se quiser pensar em títulos neste ano, espero que Dagoberto e Fernandinho tenham condições de jogo, porque deste jeito está difícil. Um time de trocentos volantes não ganha nada...

Está na hora de ter coragem e dar mais oportunidades aos garotos, Henrique, Wellington e Sergio Mota. Vamos ver do que o Thiago Carleto é capaz.

Força São Paulo, eu tenho fé e acredito que dias melhores virão.

1 comentários:

  1. Parabéns, Rogério, por mais uma marca impressionante na sua carreira.

    Quanto ao time, essa defesa tem que melhorar... e muito!

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