Sada Cruzeiro , Cimed/ Malwee e Erika 3382 PONTOS

Está cada vez mais quente nossa Super: Super Liga.
Não é pleonasmo não. É a mais pura realidade.

No masculino temos 2 líderes: Cimed/Malwee e Sada Cruzeiro - a atual campeão perde para o time mineiro no desempate.

Na rodada do meio de semana os líderes venceram fora de casa e prometem muito voleibol para se manterem no topo.


Para este sábado, todos os holofotes estão sobre os irmãos Endres, Murilo e Gustavo se enfrentam às 15h com transmissão da Sportv. Sesi e Pinheiros/Sky vão realizar um clássico cheio de grandes nomes, muita história e expectativa.


Outro destaque da Super Liga é a torcida: 6.717 pessoas lotaram o ginásio do Monte Claros em Minas Gerais  e vem lotando todos os jogos Brasil a fora, isto é uma grande vitória para o esporte.


Confira os todos os resultados da rodada do meio de semana

28.01.10 – Fátima/Medquímica/UCS/SPFC 3 x 0 Lupo/Náutico/Let´s (25/23, 25/19 e 25/14), em 1h21, no ginásio Poliesportivo em Caxias do Sul (RS).
Maiores pontuadores: Mão, do Lupo/Náutico/Let’s, e Ceola, do Fátima/Medquímica/UCS/SPFC, com 12 pontos.

28.01.10 – Montes Claros/Funadem 3 x 0 Santo André (25/13, 25/16 e 25/22), em 1h12, no ginásio Tancredo Neves, em Montes Claros (MG).
Maior pontuador: Lorena, do Montes Claros/Funadem, com 15 pontos.

28.01.10 – Brasil Vôlei Clube 3 x 0 Ulbra/São Caetano (25/19, 25/18 e 25/23), em 1h24, no ginásio Adib Moisés Dib, em São Bernardo do Campo (SP).
Maior pontuador: Giovanni, do Brasil Vôlei Clube, com 13 pontos.

28.01.10 – Funvic/Uptime/Cuiabá 0 x 3 Sada Cruzeiro Vôlei (25/14, 25/23 e 25/23), em 1h20, no ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá.
Maiores pontuadores: Wallace e Aurélio, do Sada Cruzeiro Vôlei, com 12 pontos.

28.01.10 – UPIS/Brasília 0 x 3 Vivo/Minas (18/25, 17/25 e 20/25), no ginásio Cruzeiro, em Brasília (DF).
Maior pontuador: Minuzzi, do Vivo/Minas, com 13 pontos.

28.01.10 – Volta Redonda 1 x 3 Cimed (28/26, 21/25, 20/25 e 17/25), em 2h03, no ginásio Poliesportivo, em Volta Redonda (RJ).
Maiores pontuadores: Jamelão, da Cimed/Malwee, e Jhony, do Volta Redonda, com 14 pontos.

28.01.10 – Álvares/Vitória 2 x 3 Soya/Blumenau/FURB/Barão (26/28, 27/25, 23/25, 31/33 e 9/15), em 2h53, no ginásio Jones Santos Neves, em Vitória (ES).
Maior pontuador: Junior, do Álvares/Vitória, e Marcos, do Soya/Blumenau/FURB/Barão, com 26 pontos.

Na Super Liga Feminina, o líder é a Unilever, mas o destaque da semana é individual:

Erika sagrou-se a maior pontuadora da competição DE TODOS OS TEMPOS 3382 pontos e contou emocionada, em entrevista a CBV, a sua tragetória

“É uma recompensa. Eu paro e penso em tudo o que passou, em tudo o que vivi, e vejo que construí uma história. Não me arrependo de nada que fiz na minha carreira”.

Érika foi uma aposta do técnico Bernardinho. Certo de que a promissora jovem tinha um futuro brilhante, ele foi até a casa dela, em Belo Horizonte, para falar com seus pais. “Foi um momento mágico porque eu não esperava ser jogadora de vôlei”, garante Érika.

“Meus pais ficaram receosos em me deixar sair de casa. Mas já estava decidida. Morei três meses na casa do Bernardo e da Fernanda (Venturini). Eu tinha acabado de ser campeã mundial infanto-juvenil, na Tailândia. Foi o primeiro título do Brasil nessa categoria e fui eleita melhor atleta e atacante e também a maior pontuadora”.

Da seleção brasileira infanto-juvenil, em 97, para a seleção adulta, em 98, foi um pulo. O técnico era o “paizão” Bernardinho. “É um grande amigo. Já enfrentei vários problemas e ele sempre esteve perto, me apoiando. Existe uma cumplicidade até hoje”. Mas o começo foi difícil. “Em Curitiba, morando na casa da Fernanda e do Bernardo, eu ficava pensando: é outra vida a partir de agora. Às vezes, chorava no canto do meu quarto com saudades de casa, mas não queria mostrar para ninguém”.

Érika admite que hoje em dia tem dificuldades para chorar. “Faço terapia há um ano e vou fazer pra vida toda”, afirma a jogadora. E ninguém conhece Érika melhor do que suas três grandes amigas: Elisangela, que está jogando no Japão, Paula Pequeno, na Rússia, e Carol Gattaz, companheira de equipe na Unilever. Ao lado delas, Érika confessa que muitas vezes fez o que mais gosta. “Amo viajar”.

Da equipe que começou no projeto, em 97, Érika é a única remanescente na Unilever que disputa a Superliga 09/10. “Comecei com o projeto do zero. Vim para ser a 12ª jogadora da equipe e já fui titular. Foi um ano mágico”, relembra a ponteira, seis vezes campeã da Superliga - 97/98, 99/00 e 08/09 com a Unilever, 01/02 com o Minas, e 03/04 e 04/05 com o Finasa/Osasco.

“Retornei no ano passado. O grupo teve a missão de manter o título da Superliga depois da saída de três jogadoras (Sassá, Thaísa e Renatinha). Ganhamos. Agora temos mais entrosamento. Nos conhecemos pelo olhar. Com certeza somos uma das favoritas ao título”.

Depois de tanto tempo de dedicação ao vôlei, Érika não se vê fazendo outra coisa. “Também não penso em parar. Participei de duas Olimpíadas (Sidney/2000 e Atenas/2004) e adoro o que faço. Através do vôlei quero ajudar outras pessoas”, garante a ponteira da Unilever. “Sempre pensei em ser advogada. Hoje meu maior sonho é fazer faculdade de administração, ser empresária, e montar um projeto social em minha cidade (Lagoa Santa, em Minas Gerais) para as crianças que não estudam, não fazem esporte. Com meu nome, espero ajudar um pouco”.

Assessoria de Imprensa - CBV
Fotos: CBV

1 comentários:

  1. Parabéns, Érika!! Acho que vem mais um título por aí, para coroar mais uma monstra sagrada do nosso voleibol!!

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