Baderna no Couto Pereira foi premeditada.


Segundo relatos do Presidente do clube alviverde, a baderna ocorrida no domingo no Estádio Couto Pereira foi premeditada. Nos depoimentos dos dirigentes coxas brancas, foram relatadas ameaças de mortes e contra o patrimônio do clube, segundo ele o diretor financeiro da Império (maior torcida organizada do time), e mais 30 torcedores os teriam ameaçado, iriam quebrar o estádio caso o time fosse rebaixado.
Segundo relato dos delegados que estão cuidando do caso, o ato estava sendo planejado desde o dia (28/11), no ônibus da torcida que voltava de Minas Gerais, depois do jogo com o Cruzeiro.
Cerca de 40 pessoas envolvidas no confronto já foram identificadas, segundo o advogado do clube é a idéia é responsabilizar a organizada, fazendo assim a base da de­­­­­fesa do clube no STJD. “O Cori­­tiba tomou todas as medidas pa­­­ra evitar aquela situação e de­­­pois, para tentar minimizá-la. Contribuiu para a prisão de al­­­guns torcedores que lideraram o quebra-quebra, por exemplo. Na borda do campo existem placas que pedem para que o torcedor não invada. Seja na ordem de segurança de ordem interna, todas as medidas foram tomadas”, afirmou o advogado José Mauro do Couto Filho, contratado para defender o clube no Rio.

Coloco abaixo, o relato de uma enfermeira que mesmo não estando no estádio e não tendo nada haver com a situação, sofreu e sofrerá consequências graves durante toda sua vida, tudo por culpa de vagabundos, vestidos de torcedores.

"Saber que o dedo polegar opositor permitiu ao ser humano distinguir-se de outros animais, por permitir a manipulação de ferramentas, não passa de cultura inútil para grande parte das pessoas. Não para a enfermeira Tânia Regina da Silva, 43 anos. Desde domingo ela não conta mais com esse dedo, nem com o indicador e o médio da mão direita.Viu sua vida mudar radicalmente por essa ausência.

Ela teve os três dedos amputados depois de uma bomba caseira explodir em sua mão. O artefato foi atirado pela janela por “torcedores” do Coritiba que emboscaram o ônibus em que ela estava com a mãe, de 56 anos.
“Nem acompanho futebol. Nunca iria imaginar que um bando atacasse um ônibus indo para Piraquara, longe do estádio. Jogavam pedra atrás de pedra. Só ouvi os gritos. Atiraram aquela coisa soltando uma fumaça azulada. Caiu no meu colo e rolou para as pernas da minha mãe. Só pensei em jogar aquilo longe”, conta sobre a reação de pegar a bomba.

O ataque aconteceu na linha Vila Macedo–Piraquara, na entrada de Pinhais (região metropolitana de Curitiba).

“Na hora, nem senti a dor. Passei a mão no rosto, senti o sangue e só então percebi que era mão que estava machucada”. A enfermeira foi levada ao hospital Evangélico para a amputação dos dedos. Ela segue em observação, sem data para recebe alta.

“Só tenho chorado. Como vou continuar trabalhando?”, fala. Tânia cuida de pacientes particulares e sabe que não poderá atendê-los por um bom tempo.

“Só peço que Deus me ajude a superar”, diz, enquanto começa a exercitar a mão esquerda, que terá mais trabalho daqui para frente. “Preciso agora de um advogado e um cirurgião plástico. Não tenho como pagar nem um nem outro”, pede.

Fonte Gazeta do povo


Por Elicicilia dos Santos





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