Memórias do Japão.


Tradicionalmente, o GP do Japão de Fórmula 1 é revestido de contornos de dramaticidade. Lá, campeonatos foram decididos. Disputas legendárias foram travadas. No próximo domingo, mais um capítulo dessa gloriosa História promete ser escrito, quando Jenson Button e Rubens Barrichello travarão o antepenúltimo duelo em busca do título mundial, feito inédito para ambos - o inglês já pode fechar a conta, dependendo de uma combinação de resultados.
Entretanto, a ideia hoje não é discutir o que acontecerá no fim de semana - isso é assunto para depois - . Mas sim, prestar uma homenagem a 2 heróis da categoria máxima do automobilismo mundial. Nomes que, devido a sua enorme perícia, entraram para a galeria dos imortais do esporte. Os artistas principais não poderiam ser outros, que não os dois maiores maiores pilotos de todos os tempos - opinião particular -, o tricampeão Ayrton Senna e o "Professor" Alain Prost, de quem confesso, era fã de carteirinha.
O ano era 1988. O cenário, o circuito de Suzuka. Senna, então recém-chegado à Mclaren, disputava o título, palmo a palmo, com o experiente Prost. A corrida do Japão era decisiva para o campeonato. Ainda na largada, Senna deixa o carro morrer e cai para a 14ª posição. Parecia o fim. Abusando de seu talento genial, em míseras 3 voltas, o brasileiro ultrapassa 10 carros. Na 20ª, já disputa a liderança com Prost. O resultado final todos nós sabemos: o primeiro título e o início de uma trajetória vitoriosa a bordo dos carros da equipe inglesa. Nessa terça, meio que lançando o setor de "memórias" desse espaço, gostaria de compartilhar com os amigos, a madrugada inesquecível que tive há 21 anos. Mesmo aqueles que, por ventura, não são fãs fervorosos de automobilismo hão de se emocionar com as imagens abaixo. Com vocês, "A batalha de Suzuka"! Abraço!



Por Roberto Junior

2 comentários:

  1. Que essas boas memórias iluminem o Rubinho!!

    Aproveitando o assunto, no meu antigo Blog eu e um amigo fizemos uma "série" sobre o Senna. Segue o post sobre essa corrida:
    http://jornalheiros.blogspot.com/2009/04/senna-campeao-mundial.html

    Abs

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  2. Ai que saudades dessa época!
    Eu ainda era menina,mas a F1 ainda tinha magia.
    Infelizmente,o que vemos agora é só guerras de ego e a linguagem do dinheiro em oposição à ética.
    Fazer o que né?
    A paixão continua!
    Belo texto!

    Carol Sakurá
    http://lepoeteenfleur.blogspot.com/

    ResponderExcluir

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